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Encontro inaugural da Escola Viva reúne participantes no Teatro Padre Bento



Por Carla Maio
Publicado em 19/07/2023

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Professores, alunos e equipe administrativa do núcleo de formação do Conservatório Municipal de Guarulhos (CMG) participaram de encontro inaugural da Escola Viva de Artes Cênicas, que aconteceu na última sexta-feira (14), no Teatro Padre Bento. O encontro, mediado pelo maestro e diretor do conservatório, Emiliano Patarra, contou com a presença do vice-prefeito e secretário de Cultura, Professor Jesus.

De modo virtual, o prefeito Guti também cumprimentou os recém-ingressos. “Hoje é o pontapé inicial desse importante projeto, que durante um ano vai oferecer mais que formação aos participantes, a oportunidade de fazer cultura não somente em Guarulhos, como em todos os lugares do planeta”, disse o prefeito.

Durante a aula, os professores Cesar Sinício, Rebecca Nishimura, Rubens Barbosa, Nata Neumann e Kin Yokoyama falaram sobre os cursos de teatro, dança e circo oferecidos pela Escola Viva e compartilharam ideias e encaminhamentos essenciais para garantir a efetiva participação dos alunos.

A proposta inspiradora da Escola Viva


Atento às observações feitas pelos participantes, sobretudo do grupo de professores preocupados com as condições de permanência oferecidas aos novos alunos, professor Jesus enfatizou alguns desafios permanentes da pasta, sobretudo no que diz respeito à conservação dos próprios públicos. 

“Considerando os enormes desafios da secretaria de Cultura, a pasta não deixa de apontar para a necessidade de fazer chegar formações como a Escola Viva nos bairros periféricos, e assim, garantir que as pessoas da região também possam acessar formações de grande qualidade como a oferecida pela Escola Viva”, explicou Professor Jesus. 

Por meio de iniciativa da Secretaria de Cultura, que em 2021 retomou as atividades formativas da Escola Viva, o projeto se consolida na oferta de formação de natureza profissionalizante, gratuita e integrativa nas Artes Cênicas.

“Para além da proposta inspiradora do projeto, manter a Escola Viva em plena atividade é dar continuidade a algo que está sempre em transformação. São os novos professores e alunos os verdadeiros responsáveis por dar cara nova a essa escola, sobretudo nesse período pós-pandemia, em que tudo que fazemos hoje é completamente diferente do que fazíamos antigamente, ainda mais porque temos a tecnologia como parte integrada ao nosso cotidiano”, observou Patarra.

Formação artística e cultural


O conteúdo programático do programa é dividido em três núcleos de ensino. Cesar Sinício e Rebecca Nishimura são os artistas responsáveis pelo núcleo de teatro e trazem propostas para explorar a jornada dos alunos através da essência da arte teatral autoral, pautada no fazer musical e literário. 

Orientado pelos artistas Rubens Barbosa e Nata Neumann O núcleo de dança apresenta abordagens diversas, a partir de técnicas de dança contemporânea, contato, improvisação, dança-teatro, método viewpoints e da performance.

Sobre a nova etapa de cursos oferecidos pela Escola Viva de Artes Cênicas, o professor Rubens enfatiza a possibilidade de formação artística e cultural e fomento de conhecimentos como um dos diferenciais da escola. “O programa difere das metodologias de workshops e oficinas. Os cursos foram desenhados a partir da ideia de formação continuada, o que dá aporte e condições aos participantes de criar seus próprios coletivos, continuar produzindo arte e formar novos educadores, trazendo estímulo e fundamento para novos conhecimentos”. 

O professor Kin Yokoyama coordena o núcleo de circo da Escola Viva, que oferece dinâmicas teatrais, em grupos e solos. O curso também aborda as vertentes de atuação do palhaço na rua, no picadeiro, no teatro e hospitais, suas diversas facetas, possibilidades e o respeito à menor máscara do mundo: o nariz. 




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